domingo, 2 de maio de 2010

Ah, e o que é mais uma noite sem dormir? Lá vem você desnudar tudo em mim, com se estivesse vestida de branco, embora só me veja em tons sombrios de carmim. Da dureza lapidada da sinceridade. Das nossas novas-velhas-esperanças-ilusões-vãs.  “Everyone knows I’m in over my head” Menos quem está sempre alheio a tudo isso. Doces, celulares, hotéis, a vista da torre. O que falta mesmo é seu calor na minha cama. E seus resmungos de manhã.

domingo, 21 de março de 2010

A Sinceridade não filosofa. Mas mente.

Entre meus anseios irrealizáveis, submerge a verdade que só dói por que vai lentamente corroendo a idéia fraca de que poderia ser por si mesma bela.

No fundo, eu quero mesmo é que você se foda.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

"Cada manhã é um vicio." Cada abrir de olhos, cada banho morno,cada praga, cada conversa pseudo-filosófica (talvez bem mais do que gostaríamos)...


Cada lapso, cada rouquidão, cada silêncio, cada grito.


Da sabotagem à busca infundada e definhante por uma suposta  redenção dos pecados que me deliciei em cometer.


Tudo faz parte do meu vício.
Te contar?
Não revelei nem pra mim mesma...


"I do lots of good - surprised at what you would
Don't call me no crud - I really think I'm good
Yeah you think you're something but you're no good for me"






"In the end everyone ends up alone"







sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

"You don't mean it but it hurts like Hell"



Docilidade é pra cachorros.





Cruel?
Ah,quer que eu perca minha maior qualidade?








"você me disse que meu olho é duro como faca
acho que é sim, viu?"

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

De penas e farpas

Confusão mental. Calor. Silêncio. Minha maior proximidade do paraíso. Tão melancólico meu céu. Dessa tristeza antecipada pelo que já foi. Pelos absurdos e pelos belos erros desse cotidiano. Pedidos, desculpas mal elaboradas, rinite(?). Delicado canibalismo. Dados viciados, jogatina, inenarráveis apostas.

Meu anjo de asa quebrada. Nem percebi que estava partido. Não sabia quê não voava, que as cores vibrantes eram da máscara.

Queria ser peão de madeira, carrinho de pilha, soldado de chumbo. Queria ser uno, ser todo. E eu querendo ser asa. Sem mal saber voar. Mas já em queda livre.