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sábado, 14 de maio de 2011
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
Ah, e o que é mais uma noite sem dormir? Lá vem você desnudar tudo em mim, com se estivesse vestida de branco, embora só me veja em tons sombrios de carmim. Da dureza lapidada da sinceridade. Das nossas novas-velhas-esperanças-ilusões-vãs. “Everyone knows I’m in over my head” Menos quem está sempre alheio a tudo isso. Doces, celulares, hotéis, a vista da torre. O que falta mesmo é seu calor na minha cama. E seus resmungos de manhã.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
*Prenda Minha*
Parei de estudar e escutei.
Sotaque gaúcho, voz doce.
Uma guerra inútil, mas lutei.
Entrei nos esforços conscientes.
Minha "doce ironia", fui má.
Manobras tão ineficientes
se já me revelo no poema.
Disfarço,me envolvo em desvelos.
Tantas tolices, coisas banais.
Tentas entender o porquê do meu zelo.
Entendes, e eu te quero mais.
Afogo-me nos olhos de mar.
Nem de ressaca, bravios ou mansos
Sei que em vão persisto em decifrar
Não consigo, por isso, não canso.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
H2O
Aquela maldita dor, me impedia, achava eu. Minha saudade misturada com antiinflamatórios e analgésicos criava uma aura amarela, amarelo dum tom infantil tão claro. Eu via luz em você.
Teu sorriso de menino cedendo lugar a um olhar de cobiça. Ainda não sei qual dos dois gosto mais. Quero, sem querer. Me engano, mas é irrelevante. Já disse,me sabes.
Meu corpo treme, o seu, pulsa. O cheiro doce amadeirado do perfume se mistura ao seu. Rio,lembrando que você não acredita nas minhas percepções de apaixonada. Divago, lembro duma pesquisa que comparava os efeitos da cocaína ao que sinto agora. Efeitos no cérebro. Que cérebro? Sou toda unhas, dentes, coxas, boca, língua e taquicardia. Minha cocaína. Rio.
A água traz uma sensação de familiaridade que é desconcertante. Quero morrer, quero acabar. Não, não quero! Quer flutuar, quero pular, seja numa cachoeira ou nos seus braços, se possível nos dois. Háhá! Quero sentir o prazer fluido, quero acordar vizinhos, que chamem a polícia. Foda-se! Essa sensação de infinito, quase me faz acreditar em deus. Quase.
Por quê eu sentia dor?
terça-feira, 6 de outubro de 2009
G.
Diga que anseia
Diga que almeja
Diga que sim
Pinte meus dias
Colora minha vida
Em tons de carmim
Diga que queres
entre mil mulheres
Morrer só em mim
Deseje que a noite
Nosso doce açoite
Não chegue no fim
Morrer só em mim
Deseje que a noite
Nosso doce açoite
Não chegue no fim
Eu que espero
Eu que desejo
Mas digo que não
Guri tristonho
Realize teu sonho
Me **** no chão!
Me vieram uns 4 verbos pro que não foi dito... à imaginação...
foto de autor desconhecido
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