terça-feira, 31 de agosto de 2010

"Nosso estranho amor", vitrola e lua minguante

Hoje quero só ser brisa, leve, suave, alvorecer. Todas as mentiras são sinceras e todos os amores são eternos.

Hoje podemos dormir abraçados, pode me dizer coisas clichê, vou rir. Vou gargalhar.
Hoje não ligo pros vizinhos. Abre a janela, acende um cigarro. Bota o Caetano pra rasgar nosso silêncio confortável. Toca minha música.

Some um pouco, pra ver se sinto sua falta. Falta de te irritar, de te saber.

"Me adoce. Até eu confessar."
Te mandar embora de manhã?
Vou pensar no seu caso.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Antes era época de desmantelar sonhos, de seguir reto, não ligar. Ouvir Radiohead às 6 da manhã fumando um cigarro e curtindo a neblina. Querendo respirar fumaça,não você.

E me partia entre ser eu ou Mulher de lata, gauche na vida.

"Ausência de sentimento não é maldade"