sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Sem palavras - Movéis Coloniais de Acaju

"(...)
Seria tudo muito melhor
Se a música falasse por si só
Dá raiva da vida
Nada existe sem classificar

Penso, tento
Achar palavra pro meu sentimento
Tanto é pouco ou nada diz
Não é triste nem feliz

Mesmo sendo um pranto, um choro ou qualquer lamento
Nada importa, tanto faz
Se é pra sempre ou nunca mais

Pensei em mil palavras, enfim
Nenhuma das palavras coube em mim
Não vejo saída,como vou dizer sem me calar?

Diria mudo tudo que faz
Minha vida andar de frente para trás
Uma frase perdida
Num discurso feito de olhar
ai, não me olhe assim...
(...)"

Desde a 1ª vez que ouvi essa música ela me encanta. É, estranho uma estudante de Comunicação não acreditar na capacidade das palavras. Eu acredito, mas para outros fins. As palavras não tem me sublimado recentemente. E o meu silêncio-escudo tem tornado algumas feridas maiores do que (talvez) deveriam ser.
A proteção se tornou defeito e o vício se tornou vital.

*Desculpem, estou apaixonada. E paixão pra mim, precisa ser do tipo que consome.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

G.





Diga que anseia
Diga que almeja
Diga que sim



Pinte meus dias
Colora minha vida
Em tons de carmim



Diga que queres
entre mil mulheres
Morrer só em mim



Deseje que a noite
Nosso doce açoite
Não chegue no fim


Eu que espero
Eu que desejo
Mas digo que não


Guri tristonho
Realize teu sonho
Me **** no chão!



Me vieram uns 4 verbos pro que não foi dito... à imaginação...

foto de autor desconhecido