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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Minimizando o esplendor



Teu suor. Como
Orvalho, revive a
mata cansada.






quinta-feira, 5 de novembro de 2009

*Prenda Minha*



Por mais taciturna que fosse
Parei de estudar e escutei.
Sotaque gaúcho, voz doce.
Uma guerra inútil, mas lutei.

Entrei nos esforços conscientes.
Minha "doce ironia", fui má.
Manobras tão ineficientes
se já me revelo no poema.

Disfarço,me envolvo em desvelos.
Tantas tolices, coisas banais.
Tentas entender o porquê do meu zelo.
Entendes, e eu te quero mais.

Afogo-me nos olhos de mar.
Nem de ressaca, bravios ou mansos
Sei que em vão persisto em decifrar
Não consigo, por isso, não canso.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

G.





Diga que anseia
Diga que almeja
Diga que sim



Pinte meus dias
Colora minha vida
Em tons de carmim



Diga que queres
entre mil mulheres
Morrer só em mim



Deseje que a noite
Nosso doce açoite
Não chegue no fim


Eu que espero
Eu que desejo
Mas digo que não


Guri tristonho
Realize teu sonho
Me **** no chão!



Me vieram uns 4 verbos pro que não foi dito... à imaginação...

foto de autor desconhecido